Identificação de atrativos
Mapeamento de fontes de alimento, água e abrigo no sítio aeroportuário e no entorno que atraem fauna para as áreas de operação.
Fauna em aeroportos é um risco que se gerencia antes de virar acidente. Desenvolvemos programas completos de gerenciamento do risco de fauna para reduzir a probabilidade e a severidade de colisões com aeronaves.
Ambientes aeroportuários oferecem condições altamente atrativas para diversas espécies: alimento, abrigo e pouca perturbação. O resultado é uma sobreposição crítica entre rotas de voo e corredores de fauna, com potencial para colisões de alta severidade.
Essas colisões (wildlife strikes) representam risco direto à segurança de voo e geram custos elevados de manutenção. A gestão preventiva reduz tanto a probabilidade quanto a severidade desses eventos, atuando na causa: a atratividade do ambiente.
A Ambitus estrutura programas contínuos, orientados por dados, integrando identificação de atrativos, monitoramento, manejo de habitat e dispersão ativa, segundo as boas práticas do setor.

Segurança de voo começa no solo
Um programa bem conduzido mantém a fauna afastada das áreas críticas de operação de forma preventiva e mensurável.
Cada ação é dimensionada conforme o porte e a realidade do aeródromo.
Mapeamento de fontes de alimento, água e abrigo no sítio aeroportuário e no entorno que atraem fauna para as áreas de operação.
Levantamento e registro sistemático das espécies presentes, rotas e horários de maior risco para orientar as ações de manejo.
Afugentamento com aves de rapina e técnicas complementares, explorando o instinto natural de fuga das aves-problema.
Intervenções no ambiente para torná-lo menos atrativo à fauna, reduzindo de forma estrutural a probabilidade de colisões.
Wildlife strike é a colisão entre aeronaves e animais silvestres (principalmente aves) durante pouso, decolagem ou taxiamento. Além do risco à segurança de voo, gera custos elevados de manutenção. A gestão preventiva reduz tanto a probabilidade quanto a severidade dessas colisões.
O programa começa pela identificação dos atrativos de fauna no sítio aeroportuário e entorno, seguido de monitoramento contínuo, ações de manejo de habitat, dispersão ativa (incluindo falcoaria) e registro de dados. O objetivo é manter a fauna afastada das áreas críticas de operação.
Sim. A presença de aves de rapina explora o instinto natural de fuga das aves-problema, promovendo dispersão sem métodos letais. É uma das técnicas mais eficazes e reconhecidas internacionalmente para reduzir o risco de colisões em ambientes aeroportuários.
Os programas são estruturados segundo as boas práticas de gerenciamento do risco de fauna aplicáveis ao setor. O escopo específico e a conformidade regulatória são definidos caso a caso, conforme o tipo e o porte do aeródromo.
Fale com um especialista da Ambitus. Fazemos o diagnóstico e desenhamos um plano de manejo sob medida para a sua operação.