Falcoaria
Aves de rapina treinadas afugentam a fauna-problema pelo instinto natural de fuga. Sem venenos. O predador natural restabelece o equilíbrio.
Gestão de fauna em portos, terminais marítimos e fluviais e retroportos, reduzindo riscos de contaminação de cargas, danos a equipamentos e passivo sanitário, sem interromper a operação.
Portos, terminais e pátios de contêineres concentram alimento, água e abrigo, sobretudo onde há movimentação de granéis, resíduos e cargas alimentícias. Esse cenário atrai aves como gaivotas, garças, urubus e pombos, que passam a ocupar galpões, silos, guindastes e áreas de armazenagem.
A presença dessa fauna gera risco operacional e sanitário: contaminação de cargas e granéis, sujidade e corrosão de estruturas e equipamentos, obstrução de instalações e exposição de trabalhadores, além de possíveis não conformidades ambientais em auditorias.
Cada terminal tem uma dinâmica própria de fauna. Por isso o manejo começa por diagnóstico e se estrutura em etapas integradas, com métodos naturais e sem uso de venenos.

Diagnóstico → Manejo → Execução → Monitoramento
Combinamos técnicas conforme a estrutura e a rotina do terminal, sempre com foco no deslocamento sustentável da fauna-problema.
Aves de rapina treinadas afugentam a fauna-problema pelo instinto natural de fuga. Sem venenos. O predador natural restabelece o equilíbrio.
Captura seletiva e humanitária com armadilhas monitoradas, aplicada quando o afugentamento precisa de apoio para reduzir uma colônia estabelecida.
Manejo reprodutivo que reduz a taxa de nascimentos da população, evitando o retorno da infestação de forma ética e sustentável no longo prazo.
Portos, terminais e retroportos concentram alimento, água e abrigo, o que atrai aves como gaivotas, garças, urubus e pombos. Isso gera risco de contaminação de cargas e granéis, sujidade e corrosão em equipamentos, obstrução de estruturas e passivo sanitário, além de possíveis não conformidades ambientais. O manejo profissional reduz esses riscos sem interromper a operação.
Atuamos principalmente sobre aves sinantrópicas e de conflito operacional (gaivotas, pombos, urubus e outras), com diagnóstico caso a caso. Cada espécie exige uma combinação própria de afugentamento com falcoaria, exclusão física e manejo dos atrativos que a mantêm no local.
Começa por uma vistoria técnica que mapeia atrativos e rotas da fauna no cais, pátios e áreas de armazenagem. Em seguida definimos um plano com dispersão ativa (incluindo aves de rapina), exclusão física em pontos críticos e remoção de atrativos, com monitoramento contínuo para manter a fauna afastada das zonas sensíveis.
Os programas são estruturados segundo boas práticas de manejo de fauna e princípios de bem-estar animal, sem uso de venenos. O escopo, a documentação e a conformidade com as normas ambientais aplicáveis ao terminal são definidos caso a caso, conforme o porte e o perfil da operação.
Fale com um especialista da Ambitus. Fazemos o diagnóstico e desenhamos um plano de manejo sob medida para a sua operação.